Estes dias anda o Pablo Casado a pregoar aos quatro ventos que Catalunha não é uma nação, e que Espanha é a única nação existente no Estado espanhol. Com estas afirmações o que pretende tanto ele como em geral os partidos coligados em Andaluzia, é reafirmar até o paroxismo o nacionalismo rampante espanhol, chauvinista e intransigente, para homogeneizar a população do Estado e construir um homo hispanus novo, deslumbrado por slogans e símbolos vazios, com a finalidade de procurar adesões a custo zero e alta rendabilidade política.
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Abel Caballero acusa a En Común Unidas Podemos de "colonialismo político" por poñer como candidata en Pontevedra a unha persoa da Coruña e Rubén Pérez lembroulle que el mesmo foi deputado pola Coruña entre 1982 e 1986.
Os conflitos com Latino-América sucedem-se periodicamente. Os da minha idade podem lembrar-se bem da enorme gafe diplomática do embaixador espanhol na Habana, Juan Pablo de Lojendio, marquês de Vellisca, que, considerando que todo é ourego, se apresentou nos estudos da Televisão cubana para repreender pessoalmente dum jeito visceral e impertinente ao líder máximo da revolução cubana Fidel Castro, por ter acusado ao governo espanhol e ao citado embaixador de conspiração e ajuda aos contra-revolucionários.
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Os primeiros casos en Galicia da Síndrome de Inmunodeficiencia Adquirida (SIDA) detectáronse na Coruña a comezos dos 80. Daquela as autoridades sanitarias non estaban preparadas para unha síndrome descoñecida en humanos, aínda que si se sabía dunha síndrome moi semellante en simios africanos. A día de hoxe, son máis especulacións que certezas sobre a orixe da síndrome como do virus.
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