Lenine continua inspirando as luitas emancipatórias

O 21 de janeiro de 1924 falecía Vladimir Ilich Uliánov, mais conhecido como Lenine.

Por Carlos Morais | Compostela | 23/01/2019

Comparte esta noticia
A sua genialidade foi determinante para superar o timoratismo e confort na que estava instalada a direçom bolchevique em abril de 1917, conduzindo ao proletariado russo pola via insurrecional vitoriosa na Revoluçom de Outubro.
 
Contrariamente ao que se poda pensar, a maior ameaça que padece o leninismo -como continuidade, desenvolvimento e aperfeiçomento do marxismo-, nom procede do exterior do campo político que se reclama "comunista".
 
Todas as tentativas do imperialismo por manipular e criminalizar a sua coerente açom teórico-prática nom lográrom evitar que Lenine siga sendo o referente da luita operária.
 
Porém, o verdadeiro perigo é a adulteraçom dos fundamentos do leninismo que pratica a imensa maioria das forças e partidos que se reclamam "comunistas".
 
A maior homenagem, no 95 aniversário do seu falecimento, é resgatar o leninismo do amorfismo e folclorizaçom que pratica a socialdemocracia disfarçada de comunista.
 
Combatamos sem trégua nem concessons a banalizaçom do seu legado, a esterilizaçom do seu projeto anticapitalista e revolucionário, polo reformismo e o revisionismo hegemónico no movimento operário.
 
Lenine é inspiraçom e guia da luita proletária mundial, e d@s comunistas galeg@s contra a exploraçom capitalista e a libertaçom nacional da nossa Pátria.
 

Unha imaxe de Lenin coa bandeira comunista da Unión Soviética
Unha imaxe de Lenin coa bandeira comunista da Unión Soviética
Comparte esta noticia
¿Gústache esta noticia?
Colabora para que sexan moitas máis activando GCplus
Que é GC plus? Achegas    icona Paypal icona VISA
¿Gústache esta noticia?
Colabora para que sexan moitas máis activando GCplus
Que é GC plus? Achegas    icona Paypal icona VISA
Carlos Morais Carlos Morais nasceu em Mugueimes, Moinhos, na Baixa Límia, a 12 de maio de 1966. Licenciado e com estudos de doutoramento em Arte, Geografia e História pola Universidade de Compostela, tem publicado diversos trabalhos e ensaios de história, entre os quais destacamos A luita dos pisos, Ediciós do Castro, 1996; Crónica de Fonseca, Laiovento, 1996, assim como dúzias de artigos no Abrente, A Peneira, A Nosa Terra, Voz Própria, Política Operária, Insurreiçom, Tintimám, e em publicaçons digitais como Diário Liberdade, Galicia Confidencial, Sermos Galiza, Praza Pública, Odiário.info, Resistir.info, La Haine, Rebelion, Kaosenlared, Boltxe ou a Rosa Blindada, da que fai parte do Conselho assesor. Também tem publicado ensaios políticos em diversos livros coletivos: Para umha Galiza independente, Abrente Editora 2000; De Cabul a Bagdad. A guerra infinita, Dinossauro, 2003; 10 anos de imprensa comunista galega, Abrente Editora 2005; A Galiza do século XXI. Ensaios para a Revoluçom Galega, Abrente Editora 2007; Galiza em tinta vermelha, Abrente Editora 2008; Disparos vermelhos, Abrente Editora 2012. Foi secretário-geral de Primeira Linha entre dezembro de 1998 e novembro de 2014. É membro do Comité Executivo da Presidência Coletiva do Movimento Continental Bolivariano (MCB). Fundador de NÓS-Unidade Popular em junho de 2001, formou parte da sua direçom até a dissoluçom em maio de 2015. Na atualidade, fai parte da Direçom Nacional de Agora Galiza e do Comité Central de Primeira Linha.