Artigos de Carlos Morais

Que falta nos fas e quantas saudades tuas, camarada Justo de la Cueva!!

Texto encaminhado para dar leitura na despedida ao Justo de la Cueva em Otsoportillo [País Basco], 21 de maio de 2017.

Contra quem luitamos?, quem é o nosso verdadeiro inimigo?

Novamente Podemos logrou ocupar a centralidade da comunicaçom política mediante umha ingeniosa campanha contra o que definem como a “trama política, empresarial e mediática que tem saqueado Espanha”.

A guerra civil entre a pequena burguesia "podemita" nom é a nossa guerra

Afirmava numha reflexom publicada a finais de dezembro que o confronto entre os dous principais bandos da nova social-democracia populista eram "punhaladas internas polo poder".

Devemos escolher entre Obama/Hillary Clinton versus Donald Trump?

A campanha e resultado eleitoral das presidenciais nos Estados Unidos da América tem sido, e continua a ser, aproveitado pola maioria dos meios de comunicaçom da ditadura burguesa para apresentar o candidato vencedor como um perigo para os direitos e conquistas democráticas.

Podemos: mais que punhaladas internas polo poder

As grossas palavras da semana passada dérom passo ao insulto e à desqualificaçom entre as duas principais fraçons que desputam o poder no seio de Podemos.

Impunidade e apologia do terrorismo de Estado na TV

Ontem, coincidindo com o aniversário da constituiçom postfranquista vigorante o canal Telecinco -propriedade do grupo berlusconiano Mediaset e participado por Prisa-, iniciou a emisom da minisérie “El padre de Caín”, baseada no livro homónimo escrito por Rafael Vera, ex-Secretário de Estado para a “Segurança”.

Colômbia: Paz Sim, mas com justiça social e soberania nacional

Nom tinha pensado opinar muito sobre este tema, mas lendo o que pensa boa parte da “esquerda” deste país sobre os resultados de ontem na Colômbia, quero transmitir umhas reflexons de urgência.

Para circos, o Ringling

As forças políticas da esquerda institucional galega continuam com a sua gira circense de verao: malabarismo, palhaços, acrobacia, contorcionismo, equilibrismo, monociclo, etc. O espetáculo do BNG e da Marea estám condicionados polos tempos políticos de Feijó.
Carlos Morais Carlos Morais nasceu em Mugueimes, Moinhos, na Baixa Límia, a 12 de maio de 1966. Licenciado e com estudos de doutoramento em Arte, Geografia e História pola Universidade de Compostela, tem publicado diversos trabalhos e ensaios de história, entre os quais destacamos A luita dos pisos, Ediciós do Castro, 1996; Crónica de Fonseca, Laiovento, 1996, assim como dúzias de artigos no Abrente, A Peneira, A Nosa Terra, Voz Própria, Política Operária, Insurreiçom, Tintimám, e em publicaçons digitais como Diário Liberdade, Galicia Confidencial, Sermos Galiza, Praza Pública, Odiário.info, Resistir.info, La Haine, Rebelion, Kaosenlared, Boltxe ou a Rosa Blindada, da que fai parte do Conselho assesor. Também tem publicado ensaios políticos em diversos livros coletivos: Para umha Galiza independente, Abrente Editora 2000; De Cabul a Bagdad. A guerra infinita, Dinossauro, 2003; 10 anos de imprensa comunista galega, Abrente Editora 2005; A Galiza do século XXI. Ensaios para a Revoluçom Galega, Abrente Editora 2007; Galiza em tinta vermelha, Abrente Editora 2008; Disparos vermelhos, Abrente Editora 2012. Foi secretário-geral de Primeira Linha entre dezembro de 1998 e novembro de 2014. É membro do Comité Executivo da Presidência Coletiva do Movimento Continental Bolivariano (MCB). Fundador de NÓS-Unidade Popular em junho de 2001, formou parte da sua direçom até a dissoluçom em maio de 2015. Na atualidade, fai parte da Direçom Nacional de Agora Galiza e do Comité Central de Primeira Linha.