Artigos de Adela Figueroa

Galiza arde, depois de termos o pior acidente de trem na nossa lembrança

Por quem é que estamos a ser governadas/os?... Esta é a pergunta que me vem à cabeça, depois de contemplar o desastre ecológico no Monte Pindo. De chorar pelo verde a ser suplantado pelo negro.

2012, Ano Internacional da Energia Sustentável

Desde Galiza sabemos bastante de Energia. Nomeadamente de produzirmos energia. A maior parte da Energia que produzimos vai para fornecer a insaciável necessidade de outras partes da Espanha, mas não fica cá onde é produzida.

Querido Isaac

Querido Isaac, Ficaram muitas cousas ainda por fazer. Muitas por sabermos e muitas por che dizer. Sempre acontece. Cuidamos que o tempo de que dispomos e infinito, mas nom é assim. E sempre nos surpreende com o seu devalar autônomo e independente. Independente coma ti, Isaac. Livre e autônomo por méritos próprios. Sempre tive forte interesse em saber de onde é que tiravas a energia que te movimentava. De onde é que vinha a força que che fazia criar obras de arte na pintura ou construir um Império da Cultura Independiente de políticos e de políticas.

Baltasar Garzón no banco dos réus e outros a olhar?

Temos nestes momentos um conjunto de factos alarmantes que, coincidindo no tempo, têm, em aparência, uma solução lógica.

2011, Ano Internacional das Florestas

Segundo dados do Pnuma – Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, as florestas representam 31% da cobertura terrestre do planeta, servindo de abrigo para 300 milhões de pessoas de todo o mundo e, ainda, garantindo, de forma direta, a sobrevivência de 1,6 bilhões de seres humanos e 80% da biodiversidade terrestre.

O território. Uma realidade que nos identifica

Uma alternativa de esquerda passa, necessariamente pela defesa do Território concebido a este como um bem social, e patrimonial,Tanto desde um ponto de vista sincrônico quanto diacrônico.

Estación intermodal e transporte público em Lugo

Os políticos acostuman a encher a boca con terminoloxia grandilocuente e moderna, sen ter en conta que estes termos acaban por seren desvirtuados como consecuencia da praxe que segue ás suas declaracions.
Adela Figueroa Adela Figueroa Panisse, naceu en Lugo, e viviu en Pontevedra, onde desenvolveu a maior parte do seu labor profisional. De estudante participa como vogal da Asociación Cultural O Galo( Santiago de Compostela) e mais adiante como profesora de Instituto ( é catedrática de Bioloxia e Xeoloxia) nos Movimentos de Renovación Pedagógica desde o seu inicio.Participou no 1º congreso de Movimentos de Renovación Pedagáxica de Barcelona representando á AS-PGP ás Xornadas do Ensino e a Revista O Ensino.Como representante desta última participou no Encontro da Unificaçao Ortográfica (Rio de Janeiro )convidada pola Academía de Ciências e Letras do Brasil. Foi cofundadora da ASPG, e da Revista do Ensino, da que foi Directora.Tamén participou na fundación de ADEGA. Foi colaboradora científica do Semanario A Nosa Terra durante os primeiros anos da sua andaina. Foi membro da ISSOL (Asociación internacional para a investigación da orixe da vida)e da Asociacion Española de Biotecnologia.Traballou na Universidade do Minho e no Instituto da Educaçao.Foi colaboradora do Colexio Oficial de Biólogos de Galiza e da Asociación de Ensinantes en Ciencias de Galiza( ENCIGA). Ten traballado para UNICEF no departamento de Educación para o Desenvolvimento. O Medio Ambiente e o ensino centran o seu traballo, participando activamente na normalización lingüística e cultural de Galiza,asi como o devir cultural de aquén e alem Minho. É master en Educación Ambiental pola UNED-Fundación Universidad Empresa Participou activamente na Plataforma Nunca Máis de Lugo e en ADEGA.Foi Presidenta de ADEGA entre o 2005 e 2010. Continua a traballar nesta organización como vogal . Ten publicado dous libros de poesia : “Vento de Amor ao Mar” 2005 , e “Xanela Aberta” 2008 na Editorial O Castro. Colabora coa Revista de Poesia do Concello de Lugo Xistral .